segunda-feira, 4 de março de 2013

Trabalho de Desenho Curricular

Trabalho de Desenho Curricular ver

Programa da discilplina de Economia Política

CURSO DE DIREITO
ECONOMIA POLITICA (ECOPOL)

                                  PROGRAMA DA DISCIPLINA EM 2013

I.- OBJECTIVOS

1.1.-  Instrutivos

Os problemas Económicos estão em nossa volta e caminham connosco dia á dia, desde os tempos mais remotos e na sua maioria têm sido a razão de muitos conflitos tanto pessoais como colectivos (conflitos sociais).
Nesta conformidade, a Cadeira de Economia Política administrada aos estudantes do 1º ano do curso de Direito, tem como objectivo armar os estudantes de conhecimentos que permitirão identificar a forma de como surgiu e desenvolveu a ciência económica desde os tempos mais remotos até aos nossos dias. É uma disciplina complementar, que lhes permitirá melhor compreender as cadeiras dos anos seguintes relacionadas ao mesmo ramo, de modos que na resolução dos problemas sociais de natureza economica, o futuro jurista não tenha problemas em compreender os factos relacionados com a economia.

1.2.- Educativos

Sendo a Economia uma ciência relacionada com a sociedade, o jurista tem que estar bem informado quanto ao seu funcionamento, (para além dos que seguem o ramo económico - financeiro), os estudantes conseguem a partir desta, tirar conclusões de como os problemas económicos afectam o ser humano, as populações, as sociedades sobretudo quando encontram problemas relacionados com a escassez de qualquer bem.

Na maioria dos casos o jurista é chamado para o lado do economista para decidir e estabelecer regras (leis) e criar fórmulas, que permitam redistribuir da melhor maneira os bens escassos.
A responsabilidade de se criar melhoras regras (leis) com fins de atenuar os problemas económicos nas sociedades, cabe ao próprio homem que nós formamos, O homem que está a formar-se;  por isso é que na base do programa em anexo, nós sempre chamamos a razão da questão da moral, honestidade e responsabilização dos todos os grandes Homens do amanhã.  (Estudantes). Estaremos com a ajuda de Deus, presentes para fornecer este conhecimento na base do programa que junto se anexa.








CURSO DE DIREITO


Cadeira:
ECONOMIA POLITICA (ECOPOL)

PROGRAMA DA DISCIPLINA EM 2013

Parte 1                                           (1 semestre)

TEMAS

I-                  A evolução do pensamento conómico.

1.1     Introdução
1.2     A razão do estudo da economia Politica,
1.3     Origem da palavra Economia e os nomes que teve antes.
1.4     O pensamento Económico na Antiguidade e na Idade Média.
1.5     O renascimento  

     II    O Mercantilismo

     2.1      Introdução.
     2.2      Os principais promotores do mercantilismo.  
     2.2      As linhas do pensamento mercantilista.
     2.2      O papel do estado na economia mercantilista.
     2.3      Conceito de riqueza e o mercantilismo aplicado na Espanha, França e
                Inglaterra.
    
      III   A Fisiocracia

3.1           Introdução.
3.2           O grande mestre da Escola Fisiocrática e seus seguidores.
3.3           A ordem natural,
3.3.1                   A lei natural
3.3.2                   A lei física
3.3.3                   A lei moral
3.4           O conceito de propriedade para os fisiocratas.
3.5           Tabela (Tableau) de Quesnay
3.6           Limitações e criticas a Tabela de Quesnay.

IV   Escola Clássica

4.1       Introdução
4.2      Os grandes mestres da Escola Clássica.
4.3      Os Princípios da Escola Clássica.
4.4      Reacções contra a escola Clássica.   
4.5      O Livre Cambismo e suas críticas.

V      Socialismo Utópico e Cientifico

5.1         Introdução
5.2         Teoria do valor e mais valia
5.3         Teoria da exploração
5.4         Teoria do salário
5.5         Teoria marxista das classes. A luta de classes.
5.6         Teoria de Concentração.
5.7         Teoria das crises.

     Parte 2                                      
         
    TEMAS
     VI     A produção. Mercados e Preços.

6.1        Introdução
6.2        Os elementos de produção.
6.3        A Produção
                                                                          2º      Semestre
VII.- Organização da produção nas economias Capitalistas

7.1         Introdução
7.2         O produtor autónomo e a empresa.
7.3         Finalidade da produção.
7.4         As unidades produtoras.
7.5         As empresas capitalistas.
7.6         Sociedades de cooperativas.
7.7         Empresa de auto gestão. 
7.8         Presença do Estado na economia.

VIII  A Produção e  a Contabilidade nacional

8.1                  Introdução.
8.2                  O circuito Económico.
8.3                  As ópticas do valor da produção nacional.
8.4                  O  produto, o rendimento e as despesas.
8.5                  O valor da produção nacional analisado sob a óptica do produto, do rendimento e das despesas.
8.6                  Rendimento nacional e o bem estar material das populações.

IX       Mercados e preços  

9.1                Introdução
9.2                Informação previa sobre o marginalismo.
9.3                A procura
9.4                A oferta
9.5                O preço e sua formação.
9.6                A Lei da procura e oferta
9.7                Os valores e tipos de mercados de concorrência perfeita.
9.8                O monopólio e os preços do monopólio. A concorrência monopolista  e o oligopólio.

X        Moeda e Crédito

10.1          Introdução.
10.2          Noção e função da moeda.
10.3          A moeda e a economia capitalista

 XI       A procura de moeda.

11.1       Introdução
11.2       A concepção dos economistas clássicos sobre a moeda.
11.3       A oferta da moeda. A concepção quantitativa
11.4       A concepção de Keynes sobre a moeda.
11.5      

      XII    Espécie de moeda

12.1      Introdução
12.2      Espécie de moeda
12.3      A moeda metálica, a moeda de papel, moeda bancária ou escritural.
12.4      Espécie de moeda e agregados monetários. A moeda angolana.
 
      Parte 3
       TEMA

       XIII  O Valor da moeda

13.1        O valor da moeda e a variação dos preços.
13.2        As variações do valor da moeda.
13.3        Inflação
13.4        Noção, significado da inflação. Tipos e causas de inflação.

XIV   Considerações gerais sobre a criação da moeda.

XV    A politica monetária na controvérsia entre Keynesianos e
          monetaristas.

  XVI     As relações de credito e sua caracterização.

16.1      As funções do crédito.
16.2        Classificação do crédito.
16.3        Os Juros e as suas teorias.
Parte 4

 XVII   Considerações gerais sobre o sistema financeiro em Angola.

17.1      O mercado financeiro angolano no ponto de vista de:
      17.1.1   Objectivos do Millénio.
      17.1.2    Integração económica regional (SADC)






Bibliografia:

-Manual de economia Politica
Segundo o curso de economia politica da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra.
Autor: Avelãs Nunes.

-Textos de apoio de Economia Politica do Prof. Dr. A. J. Robalo Cordeiro para os estudantes do 1º ano do Direito. Lisboa e Porto 1999.

-Material de Recolha em Artigos do Ministério das Finanças, BNA, revistas diversas, (web. site) e livros da SADC.

Doutor Alcidio Evaristo Domingos – FDUAN - Luanda     

Programa da disciplina de Direito Internacional Privado


UNIVERSIDADE AGOSTINHO NETO
FACULDADE DE DIREITO
















DIREITO INTERNACIONAL PRIVADO


PROGRAMA DA CADEIRA






















Luanda
2013
I - DADOS PRELIMINARES


1.    Denominação: Direito Internacional Privado

2.    Unidade Orgânica: Faculdade de Direito da Universidade Agostinho Neto

3.    Área Científica: Direito

4.    Unidade Curricular: Direito

5.    Tipo de unidade curricular: Obrigatória

6.    Língua de ensino: Português

7.    Ano do plano de estudos (inserção): 5.º ano

8.    Duração: Anual

9.    Horas de aulas semanais: 5h semanais (3 teóricas e 2 prática). Total: 108h teóricas e 72h distribuídas entre seminários e aulas práticas.

10. Requisitos de frequência: Ter frequentado com êxito as cadeiras precedentes 

11. Problema social: os alunos aprenderão ao longo do curso os princípios, as normas e os elementos teóricos necessários para a resolução das situações jurídicas plurilocalizadas.

12. Objecto: DIP enquanto ramo da ciência jurídica que estuda fundamentalmente as relações plurilocalizadas e o reconhecimento dos direitos adquiridos.



13. Objectivos

a)    Educativo: Estimular os estudantes a compreenderem os laços entre as diferentes nações motivadas pelo intercâmbio cultural e comercial, sobretudo, depois dos grandes avanços técnico - científicos que a humanidade conheceu nos últimos tempos;

b)   Instrutivos: proporcionar ao estudante uma visão geral sobre a crescente importância do DIP nas relações internacional, partindo da situação histórica do DIP e estabelecer a sua função dentro das actuais comunidades internacionais. Destacar os possíveis campos de aplicação do DIP na esfera privada, notadamente nos sectores pessoal e empresarial.

14. Docentes responsáveis: Alcídio Evaristo Domingos; Francisco Marcos Ngola;  Leonildo Manuel; João Damião


III - CONTEÚDO TEMÁTICO


TEMA I - NOÇÕES PRELIMINARES

CAPÍTULO I - PRIMEIRA NOÇÃO DE DIP

1.    Dos limites à eficácia da lei no espaço e do objecto do DIP
2.    Dos vários modos de regulamentação das relações privadas internacionais
3.    Da função, conceito e denominação do DIP
4.    Do âmbito do DIP 


CAPÍTULO II - FUNDAMENTAÇÃO E NATUREZA DO DIP

1.    Fundamentação nacional ou internacional do DIP
2.    Natureza do DIP

CAPÍTULO III - A JUSTIÇA DO DIP E OS INTERESSES QUE INSPIRAM AS SOLUÇÕES DO DIP

1.    Justiça material e justiça formal
2.    Princípios e interesses do DIP


CAPÍTULO IV - DESENVOLVIMENTO HISTÓRICO DO DIP

1.    Origens do DIP
2.    Escolas estatutárias dos conflitos de leis
3.    O século XIX


CAPÍTULO V - ORIENTAÇÕES CONTEMPORÂNEAS DO DIP

1.    A crítica norte - americana ao método clássico de resolução de conflitos de leis no espaço
2.    Tendências recentes do DIP
2.1.        A pluralidade de métodos: as normas matérias de DIP e as normas de aplicação imediata;
2.2.        A flexibilização das normas de conflitos: cláusulas de excepção.

PARTE II - PARTE GERAL DO DIREITO DE CONFLITOS

CAPÍTULO I - FONTES, OBJECTO, FUNÇÃO, NATUREZA E  ESTRUTURA DA NORMA DE CONFLITOS

1.    Fontes das normas de conflitos
2.    Objecto e função das normas de conflitos (unilateralismo e bilateralismo)
3.    Natureza das normas de conflitos
4.    Elementos estruturais das normas de conflitos
5.    A "remissão" para o direito estrangeiro operada pelas normas de conflitos



CAPÍTULO II - O ELEMENTO DE CONEXÃO

1.    Tipos de elementos de conexão
2.    Das várias modalidades de conexão
3.    A concretização do elemento de conexão
4.    Referências gerais aos conceitos técnico  - jurídicos utilizados como elementos de conexão


CAPÍTULO II - O CONCEITO – QUADRO

1.    Problemas metodológicos gerais suscitados pelo conceito – quadro
2.    O problema da Qualidade em DIP

CAPÍTULO III - INTERPRETAÇÃO E INTEGRAÇÃO DAS NORMAS DE CONFLITOS

1.    Interpretação
2.    Integração de lacunas

CAPÍTULO IV - LIMITES À APLICAÇÃO DAS NORMAS DE CONFLITOS

1.    Limites inerentes à posição subordinada da norma de conflitos no contexto DIP
2.    Conflitos de sistemas de DIP no espaço: a problemática dos direitos adquiridos
3.    O reenvio ou devolução como problema de interpretação do direito de conflitos 



CAPÍTULO V - APLICAÇÃO DE DIREITO ESTRANGEIRO

1.    Aplicação de direito estrangeiro formal: referência a um ordenamento plurilegislativo
2.    Aplicação e interpretação de direito estrangeiro material



CAPÍTULO VI - A RESERVA DE ORDEM PÚBLICA INTERNACIONAL

1.    Caracterização do problema
2.    O regime vigente


CAPÍTULO VII - A FRAUDE À LEI EM DIP

1.    Caracterização do problema
2.    O regime Vigente


PARTE III - PARTE ESPECIAL DO DIREITO DE CONFLITOS

CAPÍTULO ÚNICO - SÚMULA DAS PRINCIPAIS NORMAS DE CONFLITOS DO DIP ANGOLANO

SECÇÃO I - QUESTÕES DA PARTE GERAL DO DIREITO PRIVADO

1.    Personalidade e capacidade jurídicas das pessoas singulares
2.    Capacidade de exercício
3.    Direitos de personalidade
4.    Pessoas colectivas
5.    Declaração negocial
6.    Forma da declaração negocial
7.    Representação
8.    Prescrição e caducidade

SECÇÃO II - DIREITO DAS OBRIGAÇÕES

1.    Obrigações provenientes de negócios jurídicos
2.    Gestão de negócios e enriquecimento sem causa
3.    Responsabilidade extracontratual

SECÇÃO III - DIREITOS REAIS E PROPRIEDADE INTELECTUAL

1.    Direitos reais
2.    Direitos de autor e propriedade industrial

SECÇÃO III - DIREITO DE FAMÍLIA

1.    Constituição do estado de casado
2.    Relações entre cônjuges
3.    Regime de bens e divórcio
4.    Filiação

SECÇÃO II - DIREITO DAS SUCESSÕES

1.    Determinação da lei aplicável às sucessões por morte
2.    Sucessão voluntária e actos inter vivos com repercussões sobre a sucessão

PARTE IV - DOS EFEITOS DE ACTOS PÚBLICOS ESTRANGEIROS SOBRE DIREITOS PRIVADOS

CAPÍTULO I - RECONHECIMENTO E EXECUÇÃO DE SENTENÇAS ESTRANGEIRAS

1.    Princípios substantivos sobre o reconhecimento de sentenças estrangeiras
2.    O regime vigente


CAPÍTULO II - COMPETENCIA INTERNACIUONAL DOS TRIBUNAIS ANGOLANOS

1.    Princípios gerais sobre competência internacional dos tribunais
2.    O regime vigente

IV - BIBLIOGRAFIA PRINCIPAL


COLLAÇO, I. Magalhães, Direito Internacional Privado, Vols. I, II e  III – Lições proferidas no ano lectivo de 1958/59, com reedições
COLLAÇO, I. Magalhães, Sumário das Lições proferidas no ano lectivo de 1971/72
CORREIA, A Ferre, Lições de Direito Internacional Privado, 1973
MACHADO, João Baptista, Lições de Direito Internacional Público, 3º Edição Actualizada, Almedina, Coimbra, 2009
PINHEIRO, Luís de Lima, Direito Internacional Privado, Vol. I – Introdução e Direito de Conflitos, Parte Geral, Almedina, 2003
RAMOS, R. Moura, Direito Internacional Privado e Constituição, Coimbra, 1980
Santos, A. Marques dos, Direito Internacional Privado (Sumários), Lisboa, 1987
Santos, A. Marques dos, Direito Internacional Privado, Vol. I, Lisboa, 2000


V – METODOLOGIA

1.    Método de Ensino: O método enquanto componente do processo docente educativo é um componente operacional e por isso variável. As aulas serão ministradas em forma de aulas teóricas, conferências e aulas práticas.  As aulas teóricas são dialogadas entre os estudantes e o Professor. O ensino prático é veiculado através da resolução, oral e escrita, de hipóteses  e da discussão de decisões de tribunais.

2.    Método de avaliação: A avaliação é contínua. Com interpelação dos estudantes no início de cada aula, como motivação para a passagem a um novo assunto ou continuidade do assunto anterior. No final de cada unidade temática realizar – se – a um seminário dependendo do conteúdo ministrado. No final de cada semestre provas semestrais e no final do ano o exame final. A classificação do teste escrito final pode ser majorado com elementos de avaliação continua.